quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Dicas de filmes que podem ser relacionados à área de Psico

Pesquisando por aí achei essa relação com alguns filmes que vale a pena assistir com um olhar diferenciado.
Para aqueles que se interessam por Psicologia, ou se interessam por bons filmes a sugestão é bem válida.
Já assisti alguns deles na faculdade e posso dizer que eles ajudam a ampliarmos o nosso olhar sobre o mundo.

Espero que a sugestão seja válida:

A Fuga das Galinhas - Relações de dependência. As mulheres e suas prisões.


A História de Nós Dois - Reavaliação do casamento após 10 anos – recasamento. Retrata as dificuldades do casal “às sombras” de suas famílias de origem.

As Pontes de Madison - Mulher que não dá conta de viver seu desejo afetivo.

Brilho Eterno de uma Mente sem Lembrança - Crise conjugal, resistência à mudança. Bancar o desejo da relação mesmo na dificuldade.

Cazuza - Vida e relações sem limites.

Camille Claudel - História verídica de um caso de esquizofrenia. Surto induzido, identidade edipiana comprometida.

Colcha de Retalhos - História de como repetir ou não um mito. Questionamento da transgeracionalidade.

Contos de Nova York: 3º conto: Édipo arrasado - História de mãe controladora.

Clube da Felicidade e da Sorte - Missão famíliar, projeção da mãe para a filha. Trigeracionalidade.

Corações Partidos - Segredos e construção de um paciente identificado.

Como Água para Chocolate - Rigidez na vivência de papéis.

Chocolate - Filha presa à história das mulheres de sua família, herança transgeracional.

Casos de Família - Segredos, homossexualismo. Família rígida, sem circular afeto.

Casamento Grego - Influência dos pais na decisão dos filhos. Casamento inter-racial. Relações conjugais e familiares.

Carros - Relação por interesse. Contato com mundo interno. Apoio mútuo.

Crash – No Limite Preconceito, relacionamentos, estresses da vida na cidade grande.

Doce Novembro - Vivência próxima à morte.

Dogville - Relações humanas e grupais.

Don Juan de Marco - Caso de esquizofrenia paranóide. Relação médico-paciente.

Duas Vidas - Reflexões sobre projeto de vida e sua execução. Reelaboração do passado e redefinições para o presente.

Em Busca da Felicidade - Perseverança. Luta pela vida. Relação pai e filho.

Encantadora de Baleias - Mitos familiares, menina criada como menino.

Festa em Família - Segredo desvendado de um abuso sexual em família.

Forrest Gump - Ingenuidade, amor puro, déficit intelectual.

Festa de Babete - Relações, amor e comida.

Guerra dos Rosies - Casal de inimigos, briga de poder, competição entre casal.

Gênio Indomável - Terapêuta criando uma relação empática com adolescente.

Karatê Kid - Aprendizado através da não diretividade.

Lua de Fel - Relações de sadomasoquismo.

Mr. Jones - Transtorno Bipolar.

Minha Vida em Cor de Rosa - Transtorno de gênero, menino criado como menina.

Melhor Impossível - Personalidade obsessivo-compulsivo. Traços anti-social.

Minha Vida em Preto e Branco - Distimia: colorindo através da permissão do sentir.

Matrix - O real e a ilusão.

Menina de Ouro - Abandono, decisão, luta. Tetraplegia e Eutanásia.

Minha Família - Conflitos familiares.

O Advogado do Diabo - Metáfora bíblica sobre vaidade.

O Pai da Noiva - Relação pai–filha.

Overdose - Relação familiar. Drogas e co-dependência.

O Espelho tem Duas Faces - Relação mãe-filha. Transformação para encontrar feminilidade e conquistar o amor.

O Casamento de Muriel - Obesidade, co-dependência.

O Príncipe das Marés - História familiar de segredo, morte.

O Encantador de Cavalos - Como construir empatia. O processo terapêutico.

Patch Adams - Mudança de premissa saúde e doença.

Por Amor à Nancy - Anorexia e bulimia. Mãe controladora.

Quando um Homem Ama Uma Mulher - Alcoolismo, Co-dependência.

Quem Somos Nós? - Física Quântica. Pensamento Sistêmico.

Rain Man - Psicose.

Retratos de Família - Família com paciente identificado. Autismo

Sexo por Compaixão - O sagrado e o profano.

Sob o Sol da Toscana - Mudança de premissa.

Shakespeare Apaixonado - Contraposição prático e poético.

Shine: O Brilhante - Relação simbiótica entre pai e filho, hebrefrenia.

Shirley Valetine - Mulher casada que redefine sua vida após viajar para Grécia.

Sociedade dos Poetas mortos - Adolescência, projeção paterna, suicídio.

Terapia do Prazer - Descoberta da sexualidade, anorgasmia feminina.

Tina - Abuso físico. Co-Dependência.

Tomates Verdes Fritos - Mulher redefine sua vida a partir das histórias de uma velhinha.

Thelma e Loise - Mulheres aprisionadas que buscam a liberdade.

Transpoitting - Depedência de álcool e drogas.

Uma Janela para a Lua - Redefinição da doença mental.

Uma Mente Brilhante - Esquizofrenia. Real x Ilusão. Alucinações

28 Dias - Alcoolismo. Clínica de desintoxicação

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Desafios para o Psicólogo Organizacional em empresas privadas

Com base numa análise a cerca do atual cenário mercadológico podemos constatar que muitos desafios estão postos ao profissional que se propõe atuar na Psicologia Organizacional.

O primeiro deles são os conflitos que o psicólogo irá enfrentar quando suas crenças pessoais e os valores da empresa divergirem. As empresas, para defender seus interesses e sua lucratividade, podem requerer deste profissional, atitudes que sejam alheias ao que ele julga correto. Muitas vezes a ética profissional será colocada em cheque e é preciso que ele esteja ciente do papel que está desempenhando naquela empresa.

Outro ponto que dificulta o trabalho do psicólogo em uma empresa é que as pessoas esperam dele um trabalho que envolva uma escuta clínica. Não que a clínica não possa ser exercida com os profissionais de uma empresa, porém não pelo psicólogo organizacional. Isso irá gerar certa insatisfação em relação as expectativas que são criadas sobre seu trabalho, já que, na maioria dos casos o psicólogo é visto pelos leigos como aquele que atende na clínica apenas.

Também é um desafio, preencher o amplo espaço que há para se atuar em uma empresa. No artigo “Prazer e sofrimento de Psicólogos no Trabalho em empresas privadas” Patricia Costa da Silva e Alvaro Roberto Crespo Merlo fazem uma divisão da área em Psicologia Organizacional (o famoso RH), Psicologia Institucional (que tem o todo como objeto de intervenção) e a Psicologia do Trabalho (Relação entre trabalho e Saúde). Por mais que sejam focos diferentes, muito dificilmente uma empresa terá um profissional atuando em cada um deles, portanto o psicólogo na empresa terá que se atentar a todas estas questões.

A pressão e o excesso de trabalho também são questões que se fazem presentes como desafios nesta área. A necessidade de apresentar resultados é constante, sob pena de perder o emprego caso o obtido não seja satisfatório. Porém, não se pode perder o controle da situação e das atitudes (éticas principalmente) para demonstrar bons resultados. É preciso aprender a lidar contra o tempo.

Por ser desta área que partem a grande maioria das pesquisas relacionadas a satisfação profissional, também questiona-se: Quem pesquisa a satisfação dos profissionais da psicologia organizacional? Quem está atento em melhorar as condições de trabalho?

Mas é fato e não pode ser omitido, que esta é uma área encantadora para se trabalhar. Também existem desafios positivos, e não só negativos como até então foram citados.

É também um desafio o de superar-se, o de apresentar resultados.

É também desafio poder desenvolver um trabalho livre, ideal, conforme se sonhava nos tempos de faculdade, o que é possível quando se tem o apoio das lideranças.

É também desafio ver as pessoas se desenvolvendo, se sentindo melhor no trabalho, apropriadas de si e de suas funções no trabalho.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Texto criado devido a ação racista de vigilante da UFSM e ameaça de agressão física por rapaz desconhecido [com aval da vigilante] sofrida por estudantes negros que estudavam em frente ao Restaurante Universitário:

Enquanto uma mulher é racista com um grupo de estudantes negros eu ouço que racismo é subjetivo por parte do policial. E ao chegar na segunda delegacia, sou mais suspeita que a criminosa porque eu sou preta. Lá não pode fazer retrato falado de uma criminosa que não se identifica no uniforme do próprio trabalho, porque ela é branca. Mas eu não posso andar sem a identidade na rua porque sou preta. Eu preciso saber o nome da criminosa porque sou preta e o criminoso não é suspeito porque o suspeito é branco? Ela pode ameaçar a gente, pode abusar da gente, pode abusar da ironia do poder porque o poder é branco. Contudo, nós negros não podemos ter o direito de responder porque somos negros ela pode dizer o que quiser porque ela é branca. E racismo é subjetivo, eu ainda preciso ouvir isso com os meus próprios ouvidos [na delegacia] porque sou preta, de uma boca racista que não se importa porque ela também é branca. A nossa cor nos denuncia. A dela favorece. Eu preciso provar além e ainda sim sou julgada de forma injusta e ela é aceita em todos os lugares porque ela tem a cor das pessoas que podem transitar. Ela pode abusar do poder porque vivemos numa relação de poder e ela é branca, mas nós não podemos abusar do muito que estudamos em argumentos porque somos negros. Ela diz que não deveriamos estar na universidade e que não temos cara de estudantes [porque somos pretos]. Ela tem cara de gente trabalhadora só porque é branca. Nós não podemos estudar pelo campus da universidade nem andar juntos, menos ainda rir juntos porque somos pretos. Ela tem o direito de andar armada dentro da universidade porque é branca. Nossa cor nos denuncia porque somos pretos, contudo nos olhares oblíquos do país racista em que vivemos, da policia racista, universidade racista, onde a cor é um sortilégio para os brancos. Ela pode seguir todo um grupo de estudantes negros porque é branca. Pode mandar a segurança da universidade seguir a gente aos quatro cantos porque somos negros. E eles têm total direito e dever de combater os negros na universidade porque são brancos. Nós deveríamos ficar de cabeça baixa porque somos negros e ela de ordenar, reprimir e humilhar porque é branca. Nós não temos direitos porque somos negros ela tem privilégios e uma cidadania paralela porque é branca. Não, o racismo é subjetivo, onde é que eu ainda não sei. Baseado em que? Nos brancos. Porque nós negros não temos legitimidade para falar de racismo, ele é coisa da nossa cabeça. É uma acusação que aponta para o preto oprimido seja na palavra, na dúvida, na arma mirada por uma mão branca. Não importa se errado, certo ou sem defesa. Se o corpo negro fala e discute ele merece apanhar e óbvio sentir dor. De preferencia que amanheça no chão estirado, quem mandou se defender? É apenas um corpo negro, pesado das marcas e estigmas que carrega. É só mais um. Sempre é. Vítima da violência das piadas, da violência da mídia, da escola, da universidade, dos livros, dos que se dizem educadores, do projeto genocida do Estado Brasileiro... O corpo negro é o único que não pode falar de racismo. Porque racismo é subjetivo pra ele. A mente negra que pensa sobre racismo é preconceituosa, o negro não pode pensar menos ainda sobre o racismo. Não tem legitimidade nem autoridade para falar deste assunto e menos ainda do que sente. Nós sentimos?

Acorda hipocrisia!

Texto escrito por Patrícia Rodrigues, Mestranda em Geografia e membra da Associação de Estudantes Negras e Negros da Univervidade Federal de Santa Maria.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

As redes sociais como um canal de informação

Preciso confessar que amo minhas diversas redes sociais. Hoje, mais do que uma forma de manter contato com aquele velho amigo que está distante, as redes sociais permitem nos mantermos atualizados constantemente naquilo que acontece em toda a parte.


A exemplo disso temos o Twitter. Fiz o meu na intenção de mantê-lo como uma ferramenta para realizar minhas catarses, meus desabafos, mas logo percebi que ele é muito mais que isso.


O Twitter é um canal instantâneo de informação. Através dele me atualizo sobre os acontecimentos da minha cidade, da minha atual profissão, da minha Psicologia que é futura profissão, da Qualidade que é meu amor eterno, do mercado financeiro que é uma necessidade e de tudo mais que puder imaginar. Tem louco pra falar de tudo no Twitter.


E foi ali que eu conheci o Psicologado. Um grande portal de artigos na área de Psicologia que eu #superindico a todos. Ele reúne textos sobre temas diversos, todos muito interessantes.

Pra quem se interessa pela coisa, tá aí o link:

http://artigos.psicologado.com/

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Psicologia em Instituições Escolares e Educativas: Apontamentos para um Debate

Hoje tivemos a primeira aula de Psicologia escolar do semestre. Uma reflexão bastante interessante sobre esse espaço tão complexo, de ricas construções. Retirei o trecho a seguir do material de apoio que utilizamos no debate. É um bom "chá de realidade" e mostra que ciência alguma é fechada. Sem absolutismos. Constante movimento. Essa é a idéia.

Por Raquel Guzzo

"A Psicologia como ciência e profissão esteve por muito tempo, desde a sua origem até hoje, a serviço de um projeto político de sociedade e que, se quisermos, de fato, contribuir para a transformação social será preciso reescrever, redefinir, reconstruir fundamentos e ações profissionais a partir de uma perspectiva crítica, silenciada por interesses dominantes de um imperialismo cultural que nos impõe uma formação profissional desprovida de reflexão e análise da realidade, mantida por reprodução mimética de técnicas que pouco contribuem para fazer avançar os propósitos de desenvolvimento pessoal e social na direção da libertação e da emancipação."

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Oficina de Sexualidade - Jaguari / RS

Realizamos no dia 11 de Junho uma segunda intervenção do nosso grupo de estudos em Sexualidade na adolescência. Desta vez o público foi a comunidade do bairro Consolata em Jaguari. O evento foi realizado numa parceria entre o NIEPE - Núcleo Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão, que é um projeto de extensão dos cursos de Psicologia, Farmácia e Enfermagem da Uri e a Prefeitura Municipal de Jaguari, em especial a Secretária Municipal de Saúde. O evento reuniu a comunidade durante todo o dia e foram realizadas diversas oficinas voltadas para diferentes públicos.


Com as leituras que fizemos, as discussões e reflexões o trabalho foi se aprimorando. Utilizamos uma metodologia que englobou vídeos, jogos de perguntas e respostas, e é claro, muita conversa.


Em cada etapa aprendemos tanto quanto doamos, e foi assim que percebemos que a maior dificuldade é conhecer a demanda da comunidade para poder acertar na oferta. Muito difícil, mas fundamental.


Abaixo algumas fotos:





segunda-feira, 16 de maio de 2011

Blog do Comitê da Qualidade

O Blog do Comitê Regional da Qualidade de Santiago já está disponível.
Em breve estaremos postando novidades.

http://crqsantiago.blogspot.com/

Sigam, questionem, sugiram.... Participem!